sexta-feira

 


Tantos dias pensando em baixar um certo filme, me contentei em procurar pelos arquivos do computador, algum que eu já teria baixado e ainda não assistido... Encontrei esse. Me lembrei do tema, que me passou a idéia um tanto mediocre e imatura e por não ser tão legal ver mais um filminho de superação/conquista de blockbuster americano. Acabei cedendo, botei pra rodar.
Puta filme... ainda um pouco exagerado em seu contexto, mas lindo - um puta filme. Retratou convincentemente a forma com a qual os homens eram influênciados pela guerra (bem como as conseqüências disso), mas explorando um lado pouco visado em outros filmes do gênero. Sem conquistas, sem esperança... cinza e desesperador, fiel à própria guerra.

ótimo. Recomendo. :)

Ps: o menino Schmuel (se não me engano), foi o prisioneiro judeu mais sincero e comovente que já vi. Há tempos não me impressionava tanto com um ator.

quinta-feira

De entrada

Elas esperam fielmente, o príncipe encantado;
sonham com finais felizes,
perfeitas histórias de amor,
mas se arrastam, facilmente,
pro primeiro canalha que aparece.

Tudo por causa de poucas palavras que o infeliz diz, quase sempre, sem dizer e elas caem fácil fácil. Porra! Não estou montado em um cavalo, não me visto inteiramente de branco e não possuo uma espada pendurada na cintura. Não, eu não sou São Jorge! Mesmo com toda a fama de agarrar, com veracidade, alguns dragões pelo pescoço.

As mulheres que encontro e que parecem possuir o currículo apreciado por mim, estão sempre iludidas, isto é, estão compromissadas ou já possuem um pretendente. Quando encontro uma solteira com todos os pré-requisitos para um relacionamento forte e duradouro, a idiota está desiludida, pois um homem, mais ágil e alfa do que eu, a arrastou, a faturou e, sem dó e nem piedade, a desperdiçou. Ele, o canalha, deve estar com outra e eu, imbecil, à espera. O pior, ainda, é quando encontro uma perfeita e ela mora longe, quilômetros e quilômetros de distância, e eu sou daqueles que aprendeu que o único amor à distância que funciona é o de ficção.

Ultrajante mesmo é quando a encontro e me imagino o príncipe que ela procurava, mas, num tempinho depois, descubro que ela tem, além de mim, outros três príncipes, um harém. Bobeira a minha, pois muito mais inconveniente é quando me revelo um mero servo. Não ligo em servir, mas gosto de sinceridade e que me avisem que não sou o prato principal e, sim, o tira-gosto da vez. - Afinal, quem não tem ou já teve um tira-gosto? - Tenho um cardápio pequeno, mas os tira-gostos são todos de qualidade. Vou à base do que tenho por perto, na veracidade, até o prato principal ficar ao ponto, um dia há de ficar, um dia.

E é, a fome está grande!

quarta-feira

"Hoje eu acordei mais cedo
E fiquei te olhando dormir
Imaginei algum suposto medo
Para que tao logo
Pudesse te cobrir

Tenho cuidado de você
Todo esse tempo
Você está sob o meu abraço
E minha proteção
Tenho visto voce errar e crescer
Amar e voar

Você sabe onde pousar

Ao acordar ja terei partido
Ficarei de longe, escondido
Mas sempre perto decerto
Como se eu fosse humano, vivo

Vivendo pra te cuidar, te proteger
Sem você me ver
Sem saber quem sou
Se sou anjo
Ou se sou
Seu amor"

sexta-feira

O tal chato do Natal.



Falando sério... Não quero ser do contra, mas essa história de Natal me cansa. Todo ano é a mesma coisa: uma corrida obsessiva para as lojas para gastar por obrigação um dinheiro que seria muito mais bem gasto com as férias. Uma série interminável de propagandas na televisão com abomináveis homens das neves, vestidos de vermelho, incitando ao consumismo..

Mas não vou parar só no consumismo, não, porque afinal ele é comum a toda uma série de datas festivas - dias dos pais, das mães, das crianças, aniversário do cachorro, do gato, da galinha, etc. - sejam elas ou não embaladas pelos sininhos hipócritas da cristandade. O pior do Natal é a persistente tentativa de torná-lo uma data de pseudo-congregação em torno de um pseudo-personagem que, mesmo que tenha existido, certamente não nasceu em 24 de dezembro.

Não vou entrar em detalhes técnicos sobre solstícios nem sobre como, em plena Idade Média, marcaram a data do nascimento de Jesus. Mas, sinceramente, toda essa coisa de jingle-bell e Noite Feliz acaba por transformar uma data que poderia ser apenas (como tantas outras) supérflua, em algo altamente depressivo. É triste ver aquela parentada que mal se suporta durante o ano inteiro, toda reunida e pensando apenas na bebedeira e na comilança. Ver como se exibe com a máxima ostentação os presentes caríssimos que deram ou receberam os mais íntimos, enquanto a lojinha de 1,99 deu conta do restante.

Espírito natalino? Bobagem!... O que existe mesmo é um tremendo espírito de competição em cada luzinha colocada nas janelas e fachadas. E o pior é que isso é tão difundido, é tão plantado, que se torna a mais proverbial das mentiras repetidas, não mil, mas 2010 vezes. Ao ponto de aqueles que, por algum motivo, se vêem afastados de suas famílias, não conseguirem deixar de sentir uma pontinha de tristeza, por mais céticos que sejam...

Por isso não sou cristão, por isso não comoro Natal. Que se tornou uma tradição tão hipócrita que perdeu o sentido (ou melhor, o sentido é só dado com palavras, porquê atitude ninguém tem, e durante o ano todo). Respeito a tradição, como a todos que participam a respeitam da mesma forma.
Mas no way, por sinal..nem gosto muito dessa palavra, pois não tem sentido pra mim.


Natal não é Yule, Natal é uma cópia mal feita de nosso passado apagado.


E esse tal de Yule, tem alguma coisa a ver com redenção dos pecados ou Jesus? NÃO! O Yule é uma festa sazonal, marcando o auge do inverno e a perspectiva de que, dali em diante, os dias se tornarão progressivamente mais longos e quentes, prenunciando um novo ciclo de plantio e colheita. Mesmo a historinha tantas vezes repetida, da Deusa recolhida ao mundo inferior, que dá a luz ao Deus, além de ter
origem incerta no tempo e no espaço, tem um paralelo apenas superficial com a história e Maria e Jesus (e, na verdade, com dezenas de outras mitologias).


Vivemos numa sociedade eminentemente cristã e, portanto, a grande maioria das pessoas com quem lidamos possui formação cristã, mesmo que não seja praticante. Confraternizar-se com elas, em sua máxima data
religiosa, é um simples gesto de apreço e, mesmo, de respeito pela diversidade das crenças.Aqui no Brasil, o nosso confuso neopagão erguer um brinde, à meia-noite do dia 24 de dezembro, ao “auge do inverno”, enquanto os parentes saúdam o nascimento de Jesus, o mínimo que vai conseguir são olhares atravessados.

Chega a ser engraçado.

Eu respeito. Mas não Transformo Natal em Yule, pois respeito o significado de
ambas as datas mas não pretendo enxergar apenas o exterior, a festinha. Me orgulho de ser Wicanno e não menosprezo o simbolismo, por mais remoto que esse possa parecer.

Feliz Yule para quem é, e Boas Festas pro restante. :*

quarta-feira

+ p/ +

Antes de sair de viagem, hoje, logo cedo, comprei um caderno para anotar as milhões de idéias e pensamentos que se passam na minha psicótica mente..
Um modo de não me esquecer e garantir de que irei passa-las aqui.

Como não pude dirigir essa manhã, por ter tomado remédios ontem a noite, e o efeito surtir sem piedade, lembrei-me de 2 livros que havia pego emprestado e que estavam na minha mala... catei o primeiro e carreguei comigo, pra matar o tempo enquanto estaria na estrada.
Senti um asco que não chegou a durar mais de um minuto, passei várias folhas até encontrar uma parte que fosse de meu interesse.
Refleti um pouco em um dos textos citados de José Saramago:

"Sorriso, diz-me aqui o dicionário, é o acto de sorrir. E sorrir é rir sem fazer ruído e executando contracção muscular da boca e dos olhos.

O sorriso, meus amigos, é muito mais do que estas pobres definições, e eu pasmo ao imaginar o autor do dicionário no acto de escrever o seu verbete, assim a frio, como se nunca tivesse sorrido na vida. Por aqui se vê até que ponto o que as pessoas fazem pode diferir do que dizem. Caio em completo devaneio e ponho-me a sonhar um dicionário que desse precisamente, exactamente, o sentido das palavras e transformasse em fio-de-prumo a rede em que, na prática de todos os dias, elas nos envolvem.

Não há dois sorrisos iguais. Temos o sorriso de troça, o sorriso superior e o seu contrário humilde, o de ternura, o de cepticismo, o amargo e o irónico, o sorriso de esperança, o de condescendência, o deslumbrado, o de embaraço, e (por que não?) o de quem morre. E há muitos mais. Mas nenhum deles é o Sorriso.

O Sorriso (este, com maiúsculas) vem sempre de longe. É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contracções musculares e não cabe numa definição de dicionário. Principia por um leve mover de rosto, às vezes hesitante, por um frémito interior que nasce nas mais secretas camadas do ser. Se move músculos é porque não tem outra maneira de exprimir-se. Mas não terá? Não conhecemos nós sorrisos que são rápidos clarões, como esse brilho súbito e inexplicável que soltam os peixes nas águas fundas? Quando a luz do sol passa sobre os campos ao sabor do vento e da nuvem, que foi que na terra se moveu? E contudo era um sorriso."

Interessante, hum? Eu que sempre fui cético, com tudo o que se passa, emoções, razões e todo o bla bla bla, me deixei levar por esse pensamento. Nem sempre o que o corpo faz a  mente entende. Mas o que a mente faz o corpo obedece. O subconsciente fala por mim.

De qualquer forma, isso deixou o meu dia melhor.
O de hoje. Pelo menos.

terça-feira

Decisões.

Ha pessoas que nos fazem bem, quando querem, e nos fazem mal, sem perceber.
Outras que não são de importância, e levamos a amizade apenas pra ser mais uma..
mais um convidado numa festa,
mais um presente em dia comemorativo.
A amizade quantitativa.

Eu não preciso disso.

Me apeguei a pessoas que não conheço, me apeguei até demais.
Isso não é normal, minha vida é aqui, não lá, seja aonde for.

As pessoas surgem em nossas vidas por algum propósito;
algumas passam e nos deixam algo, como um conselho, um conhecimento que às vezes levamos pra vida toda;
outras passam e não deixam nada.
Quem lê isso pode pensar consigo mesmo.. Será que você deixou algo de importante na minha vida?..
Se a resposta for não, sinto muito. Já é tarde demais. Nem sempre é possível recomeçar, não se eu não permitir.
Não quero mais essa vida, de planos não concretos, de palavras vazias, de sentimentos falsos e iludidos.
Em questões amorosas sempre acreditei: a pessoa tem que complementar.
Na amizade, isso também vale.

Infantilidade? Deixa pra creche,
quero amigos, não companhia,
quero companheiros, que estejam comigo mesmo quando eu disser NÃO, mesmo quando eu teimar.

Quem me conhece sabe como eu sou, e me aceita desse jeito, sem reclamar, sem dramatizar... apenas, aceita e gosta de mim como sou.

Não preciso agradar, nem bajular, pra ter o carinho de alguém.
Precisa de um conselho? Conte comigo. Alguém pra te acompanhar, pular de uma ponte? Se for por um bom motivo, vamos nessa.
Sou amigo até demais, é só perceber.

Começo a partir de hoje a me desapegar. E se você, que continua a ler, se realmente te importar ter um contato uma amizade comigo, é um aviso,
corra atrás do que lhe é de importância.


Pode parecer bobo, mas deletei várias contas de sites quais era cadastrado..
pra mim tinham importância, ali pra mim, tinham pessoas importantes.
Mas que para mim, a partir de hoje, para um BEM MAIOR, vou ter que deixar de lado.
Isso dói, muito.. pois até admito, lá tinha pessoas a quais posso afirmar... que eu AMAVA.
Amor de amigo, E COISAS MAIS.
Mas que enfim, vou ter que me desapegar, pra conseguir dar um passo à frente na minha vida,
e que infelizmente, essas pessoinhas, não vão poder me acompanhar.

Às vezes um vale mais do que todos, se isso for mais valioso.

Ps: Eu não revisei o texto, se os espaços estiverem incorretos, ou se houver erros ortográficos... sinto muito. O importante até aqui, é que você leu, e espero que entenda. :)

segunda-feira

Quando a gente mora um no outro;


Cometi o erro de pensar que nas companhias de outros eu preencheria as lacunas da minha própria existência.
Sentia tanta falta de mim que em vão procurava em outros os cacos que compunham esse pedaço de gelo.Em algum momento dessa trajetória, meio errante, meio torta, perdi um pouco de mim mesmo.E erroneamente julguei que uma segunda pessoa teria a capacidade de suprir os déficits de mim.Precisava de alguém que me criticasse quando necessário, que respeitasse o meu silêncio, que me fizesse rir, mas que me fizesse chorar também e que risse e chorasse comigo, que pudéssemos ter longas conversas sobre tudo, sem que parecêssemos tolos ou sábios, que ficássemos quietos no meio da noite se olhando em silêncio e entendendo tudo.
Eu tenho total consciência desse vazio. Então, passei a deixar o tempo me ensinar.

A cada dia que passa, faz com que eu conheça e aprenda mais de mim, fazendo com que as lacunas se tornem imperceptíveis. Não preciso que me distraia delas, preciso que ande comigo pra acertamos juntos as falhas desse iceberg. É aprendendo que se flui naturalmente, de maneira mais que perfeita, praticamente surreal.

Não é normal, mas é questão de prática..
porque um dia eu acho o pedaço de gelo que está perdido por aí.

;P

domingo

Chopis Centis....

Chato demais quando a mulher cisma em levar um homem ao shopping, pois todo homem, que é homem, odeia esse tipo de programa. Elas não entendem que o shopping é um antro de lojas, onde todas elas, até as masculinas, são voltadas ao público feminino. Ou elas acham que exista um homem capaz de usar uma blusa de lã rosa-choque jogada nos ombros e uma calça jeans envelhecida com fiapos dourados, desfiados, por todos os lados? Talvez um Alexandre Pires da vida. Hahaha.

Esse Chopis, que as mulheres usam como atrativo para o homem, sempre é caro e quente, o som, ambiente, nunca é samba, e sim alguém procurando a Valdyslane no Setor B. É proibido fumar, e as cadeiras, quase sempre fixas ao chão, não são ergonomicamente confortáveis. E, cá pra nós, chopp com crepe não combina.

Elas ficam loucas, e cegas, quando olham um manequim vestido com uma combinação de roupas “photoshopicamente” perfeitas e imaginam o companheiro naquele modelito. Entram na loja escolhem a mesma roupa da vitrine, num tamanho bem maior, e presenteiam alegremente o homem, muita das vezes pagando com o dinheiro dele. Kkk. Piada.


Ah, falando em dinheiro, o homem, geralmente, reclama dos sumiços repentinos do cartão de crédito da carteira, mas esse pequeno retângulo de plástico é primordial para a esposa/namorada aceitar a ir sozinha as compras, deixando o homem, em paz, bebericando num lugar com o chão não tão reluzente.

As promoções são como imãs de mulheres, mas quanto maior e mais chamativo o adesivo de promoção colado na vitrine, menor é o desconto. Essa armadilha é percebida na primeira vez que o homem vai ao shopping, elas não conseguem enxergar, ou não querem. Tanto é que já sabemos que quanto menos roupas expostas na vitrine, mais cara é a loja, pra elas, tudo é tão baratinho. Elas compram as roupas como estivessem numa competição.

Quando um homem precisa ir ao shopping, ele fica desarmado, sem ações e com uma constante cara de cachorro que caiu da mudança. Anda sem rumo, olha ao redor, sobe e desce as escadas rolantes, não consegue se localizar, sente falta do GPS do carro, passa mil vezes no mesmo lugar e nem ao menos percebe. Está ali somente com o intuito de comprar uma blusa, uma única e básica blusa, porém não é bem dessa forma que funciona.

Ele entra na loja, mas é como estivesse entrado no paraíso, pois a vendedora, estonteantemente linda, se aproxima e toda sorridente pergunta se pode ajudar.

– Ah! E como pode ajudar! – Exclamam, todos, sem exceção, por dentro.

Ele queria apenas uma blusa, mas ela achou que a calça jeans envelhecida com fiapos dourados e desfiados por todos os lados havia ficado tão linda nele, ele teve que comprá-la. Além, também, do cinto, da carteira e do boné da moda. Paga em dinheiro, nada de parcelas, só pra aparecer.

Maridos e namorados sofrem quando se deixam ir ao shopping com as companheiras. Em qualquer loja que elas entram, querem algo. Tudo é a cara delas, tudo é o número delas, tudo é bonitinho. Uma roupa está na moda e a outra, uma celebridade qualquer, usava na capa de alguma revista. Pedem presente de Natal antecipado, mesmo estando no mês de fevereiro e, se bobear, elas levam o shopping inteiro.

Mal sabem elas que, numa dessas lojas onde mulheres lindas e sorridentes atendem, o homem, quando responde sobre uma peça de roupa que a companheira escolheu, nunca, de fato, analisam a peça em si, o elogio é sempre direcionado à vendedora:

- Linda! Muito, muito linda.

Uhum....

sábado

Momentos;


Vida boa à 5ºC.
The best way to get rid of daily chaos.

..
Vou repetir a dose, agora aos 40°C..
Tschuss!

terça-feira

Run Out.



"Tiro algumas horas, saio da correria, coloco as preocupações de lado..
Tento fugir dessa realidade capitalista e maluca... Dou uma de pirado.
Tomo atitudes sem pensar muito nas consequências.
Mostro meu lado místico pra enxergar as coisas.
Agir na luta por uma vida com mais Paz, amor e Positividade..
Seja lendo um livro ou ouvindo aquela musica que sempre muda meu dia..
Disseminando o bem ao próximo.."



É.
A vida e assim
Sem começo meio e fim.

E agora estou a postos, com as duas mãos no chão,
em frente a linha de partida.
Não há suor, nem expectativas,
nem ninguém torcendo na arquibancada.

Olhos atentos, ouvidos abertos.
O corpo da o sinal, e eu correspondo.

sábado

Por nada, por ninguém.




Não dá mais, acordar sem imaginar o que o mundo fará para conspirar contra mim...

Não dá mais para sorrir sem esperar um tapa,
nem subir um degrau sem ter que segurar meu tapete bem firme para ninguém puxa-lo.

Não posso confiar em ninguém além da força das próprias pernas.
Essa é a experiência, munindo-me de sentidos aguçados e raciocínio mais rápido que um coração bobo.

Já não tenho tempo para esperar o tempo resolver qualquer coisa por mim.
:)

quinta-feira

Give me your best;


Talvez não era pra ter sido assim.
De repente muita coisa não era pra ter sido do jeito que foi.
Não da pra negar que tudo melhora quando a mudança é in, não out.

Mastigo ritualmente as três últimas aspirinas do blister
e sinto que ainda tenho pulso e talvez uns putos na carteira...
então à fuckup com as lamentações e justificativas.

I'm back again.