sábado

The new thing



Sempre achei essa história de gripe aviária, suína, e o c*r*lho a quatro, super duvidosa. Insistindo sempre em cima de índices probabilísticos e números alarmantes que, se comparados a outras doenças menos divulgadas, chegam a ser irrisórios. Mas a mídia! Maldita! A mídia está aí, martelando na cabeça desses pobres ignorantes, proferindo desgraças e enfatizando os sintomas, em tele jornais e em cada coluna sensacionalista - todo santo dia. Isso não deve ser ignorado.


"A humanidade pode ser assolada por uma pandemia eminente e todo o cuidado é pouco!" E assim é criado um controle em massa através do pânico, capaz de favorecer os interesses comerciais por trás disso, que pode igualmente ser revertido de uma hora pra outra, "sem explicação". Do nada! *tac* A notícia volta pro futebol, pra enchente, morte do fulano, e a gripe que se esqueça... ninguém mais de máscara.


Depois de uns mêses com a notícia fria na cabeça do cidadão, aparece a salvação para essa doença que aparentemente tem feito menos vítimas que afogamentos em banheiras. Mas o doutor está na tv, metendo idéias inúteis alheias da vital importância que é estar em dia com a vacina. E vejam só... eu não soube de nada até ontem.. mas eu não vou seguir a massa, eu não preciso - mesmo porque com a familia pedindo com jeitinho ou porque talvez eu possa mesmo vir a ter gripe h1n1 e ficar uma semana de cama e morrer (Que belezinha!), então se está aí, não custa me imunizar (Aham..!). Pensei na vez que peguei uma gripe considerada "comum" e quase morri no delírio da febre... "mas essa gripe não era perigosa como a h1n1, se não a Fátima Bernardes teria me avisado". kkkkk' Fala sério!


Achei o video abaixo tão plausível, coerente e confortante o suficiente pra me fazer esquecer o fato de ter ficado sem vacina. Meti de uma vez por todas na caixola que indústria farmaceutica não é uma facção paz-e-amor, ela visa, antes de qualquer outra coisa, o dinheiro grosso que se obtém em cima do terror gerado por essas novas tendências patológicas... e vou te dizer... a gripe está em alta bem.





Mudando de assunto e mantendo essa linha "eu odeio a ganância humana" eu vou contar mais uma:


Sabia que se os estudos de TESLA estivessem sido levados a sério e o nosso tão amado herói Thomas Jefferson não tivesse roubado muitas de suas idéias e ajudado a reprimir a disseminação de seu trabalho, hoje estaríamos vivendo em um mundo wireless e com sistemas de comunicação incalculávelmente mais avançados dos que possuímos hoje? Sem contar que há boatos dele ter criado protótipos de tele transportadores que poderiam sim dar certo. Ninguém sabe a que fim levaram esses projetos.
Ah! Outra! Carro não poluente movido a eletricidade? Que inovação tecnológica maravilhosa! bem capaz! Lá por 1900, a maioria dos carros que circulavam nas cidades Americanas, eram movidos a energia elétrica, e mesmo com todos os prós que ele oferecia em relação aos veículos a vapor ou motores de combustão, houve uma campanha massiva para reerguer o mercado dos carros movidos a combustível fóssil, alegando que eles eram mais potentes. Tudo isso para favorecer as companhias petrolíferas. Se não fosse pelo sucesso dessas campanhas, hoje estaríamos provavelmente vivenciando uma política internacional MUITO diferente, e é claro, dirigindo carros silenciosos e não poluentes.


Interessante, não? 
Uma delícia.

quarta-feira

c2h5oh do s+2







Há casais contra qualquer ostentação. Não realizam propaganda do seu amor,não contam vantagens, não se elogiam em público, não descrevem o que ele ou ela preparou de especial na noite anterior, não sentem nem geram ciúme, muito menos inveja entre os amigos..não se derramam em abraços de despedida em cada esquina.


São os casais ideais, certo? Talvez durem para sempre, o que não traduz perfeição.


Não há como ser feliz por muito tempo, sem fofoca. Sem contar um pouco mais. 


É pensar e divulgar. O amor é público...Não existe como disfarçar. Sensibilidade controlada é indiferença.


Os pares se amam, mas estão descontentes por amar. Não desejavam estar amando. É um amor contrariado, um amor dissidente. 


Como a maldição: Por que foi acontecer? E por que logo agora?


É como se a companhia não fosse apropriada. Ou que não devia ter surgido naquele momento, bem capaz de atrapalhar os negócios ou a vontade de viajar e de ser livre. Ou porque é diferente e não responde automaticamente. 
Perderemos tempo, perderemos a agilidade que tanto nos caracterizava. Deixamos muito de lado.


Não se enxergam abençoados, e sim traídos pelo destino.Por receio ou insegurança, não se orgulham da companhia. Nunca falarão: estou com quem sonhei, é perfeito para mim.


Não identificam que já têm o mais complicado, que o restante é simples: um cartão, um torpedo, uma cartinha, uma lembrança, um prato predileto, um capricho..


Amam ao mesmo tempo em que odeiam. Amam ser, odeiam estar. Por aquilo que a convivência exige, pelo mal-estar de uma conversa truncada, pelo ciúme passivo e sempre existente, pela necessidade de telefonar e de se apaziguar..


Quem ama alguém, mas odeia o amor não terá paciência. Entrará num clima de cobrança permanente, de suspeita irremediável. Conhece como o par fica irritado e trata de testar os limites. Não agrada para criar contrariedade e arrecadar sinais do fim. Quer se livrar do amor, não do outro, mas o amor está no outro que acaba pagando a conta.


Não consegue se separar, tampouco se entrega verdadeiramente.


Quando está em paz, enlouquece. Quando está estressado, age com distração e depois reclama da cobrança. Ou cobra a cobrança. Ou antecipa a cobrança que não viria. A briga está condicionada a uma postura catastrófica. Mobilizado a provar que não tem mais jeito. Em vez de elogiar, reclama. Em vez de se declarar, ironiza. Em vez de confiar, pragueja.


A mulher pode amá-lo, o homem pode amá-la, só que ambos não amam o próprio sentimento. Cada um não se ama por amar. Não basta amá-la, tem que se amar por amá-la. Não basta amá-lo, tem que se amar por amá-lo.


Mas a reflexão não termina por aqui. Caso contraiu piedade do que não ama o amor, há ainda um tipo mais terrível: aquele que ama o amor, mas não ama seu parceiro. Ama seu modo de amar e não aceita mais nada. Faz o amor de propaganda, que é o contrário de fazer propaganda do amor. Experimenta um delírio romântico. Tudo o que o outro oferece não é do jeito conhecido, portanto não serve. Alimenta uma insatisfação constante, autoritária, como um diretor que recusa o improviso de seus atores e manda repetir a cena. Não reconhece os gestos mais naturais e singelos. Sufoca o que vive de fato pela pressa de um cartão-postal. Funciona na base do escândalo: da serenata na janela, da Kombi do aniversário, dos presentes imensos e das provas vistosas. Será insaciável, pressionando para receber o que somente ele imaginou (e nunca confessou).


É um desalmado da privacidade, um amor genérico, porque ama demais a si para amar quem quer que seja.

segunda-feira

enfim...



Apesar do lado rebelde que me abomina com todo esse consumismo doentio das datas festivas e da noite mais enrolada da semana, hoje, eu levantei até que bem disposto.


O que a família e um ar puro não fazem...


Agora me preparo, a semana vai ser longa e cansativa.
Provas vem aí.. huahuahua


;*